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Nota em Defesa aos Ginecologistas e Obstetras - FEBRASGO

13/09/2017 - 13:55


Os médicos ginecologistas e obstetras, por meio da sua entidade representativa, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), vêm manifestar seu esclarecimento aos comentários publicados na Folha de S. Paulo, na coluna do caderno Cotidiano, página B2, no dia 1º de setembro.

De maneira bastante contundente e sofismando o tempo todo, a autora do texto ofende frontalmente a categoria médica, particularmente os ginecologistas e obstetras. Pela sua textualização, não há um obstetra que possa “atendê-la” a contento.

Tais comentários não podem atingir a todos os profissionais médicos que abraçaram e exercem uma das especialidades mais importantes dentro da atuação médica, e que prima pelo atendimento ao pré-natal, parto e nascimento, sempre com o propósito de torná-lo seguro, preservando o bem estar e a saúde de dois seres que constituem o binômio mãe e feto.

Além disso, cuida da mulher em todas as fases de sua vida, e uma grande parte delas tem em seu ginecologista e obstetra o médico de maior confiança.

Nossa entidade tem como propósito organizar e divulgar conhecimento em ginecologia e obstetrícia para qualificar a atenção à saúde da mulher. Abraça como missão atuar no âmbito científico e profissional, congregando e representando os ginecologistas e obstetras brasileiros, promovendo educação e atualização através de informações confiáveis e diretrizes, valorizando a saúde da mulher e consolidando-se como referência científica e profissional.

Reunimos em todo Brasil 15.000 GOs (ginecologistas e obstetras) sócios, num universo de cerca de 30.000 profissionais que atuam nesta área, e temos representação em vários órgãos de âmbito nacional como o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e o Ministério da Saúde.

Comentários pessoais sobre temas como machismo, homofobia, pensamentos e atitudes fúteis não podem se confundir com o propósito do atendimento baseado em evidências científicas, que a FEBRASGO recomenda e pedimos mais reconhecimento e respeito pelos profissionais obstetras de todo o Brasil.