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Médicos do CRE Metropolitano se reúnem com Secretário de Estado da Saúde e o Simes
09/05/2017 - 17:34

O Sindicato dos Médicos do Espírito Santo participou de uma reunião com a Secretaria de Estado da Saúde e com os médicos do CRE Metropolitano, na tarde de ontem (08), para tratar das condições de trabalho e uma lista com mais de 30 demandas feitas pela categoria.

A reunião teve a presença da diretoria do Simes com o presidente Dr. Otto Baptista, os diretores Dr. Leonardo Lessa e Dra. Andrea Fiorini e o advogado Dr. Télvio Valim. Pelo Estado, o Secretário  de Saúde Ricardo Oliveira, a superintendente Fabrícia Forza e a chefe do CRE Metropolitano Fabíola Ribeiro Rios. Os médicos do CRE Metropolitano estiveram representados por um grande número de seu corpo clínico, incluindo os médicos que compõem a comissão de negociação do movimento.

O Secretário de Saúde respondeu a cada demanda reivindica pela lista que fora enviada via ofício pelos médicos do CRE e explicou ponto a ponto o que podia ser resolvido de forma imediata e o que precisaria de mais tempo, visto que algumas dessas reivindicações já estão em processo de licitação e devem ser finalizadas nos próximos meses.

O principal ponto de pauta é a reforma do espaço físico do CRE, que já está bem encaminhada e 39 consultórios foram entregues na manhã de ontem (08). Algumas reformas ainda não estão prontas, como um refeitório para os médicos.

''O Secretário de Saúde conta com a atuação desses médicos e o auxílio do Simes para transformar o CRE Metropolitano em referência de atendimento médico. Na manhã de ontem, foi oficializada a oferta de duas novas especialidades, sendo elas geriatria e proctologia, além de 20 novos médicos contratados para 13 especialidades que já faziam parte do Centro Regional de Especialidades.'', disse o presidente do Simes, Dr. otto Baptista.

Apesar das melhorias apresentadas, o CRE Metropolitano ainda apresenta muitas falhas em condições de trabalho para os médicos. ''Vamos nos reunir mensalmente com o Secretário de Estado da Saúde e o corpo clínico para acompanhar as mudanças e ver o que precisa ser melhorado. Os médicos precisam de condições de trabalho, do contrário, o atendimento à população ficará prejudicado.'', finalizou o presidente.


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