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Presidente da Fenam defende ato Médico junto ao Ministério Público
22/11/2016 - 14:25

Foto: Fenam                                Fonte: Camila Borges | Fenam

Irregularidades praticadas por profissionais de enfermagem no Brasil foram tema de reunião no Ministério Público Federal em que a Federação Nacional dos Médicos participou. O presidente da FENAM, Dr Otto Baptista, comentou os casos ao que tange o ato médico e procedimentos médicos realizados por outros profissionais, e apresentou ao Ministério Público situações sobre a repercussão e distorções dessas atividades profissionais que apontaram a realização de exames de ultrassonografia realizados por enfermeiros.
 
Ginecologista Obstetra há 30 anos,  Otto se manifestou pela experiência e vivência que possui como profissional de medicina e alertou ao Ministério Público no sentido que isso é apenas a ponta de um problema muito mais grave. Ele alertou sobre a importância dos diagnósticos realizados precocemente e os riscos que podem ser ocasionados caso esses procedimentos sejam realizados por pessoas não especializadas. ''É um atentado contra a saúde pública. A gravidez é uma metamorfose e ela não para. Os diagnósticos realizados por médicos através da imagem devem ser o mais precoce possível, isso faz com que as condutas obstétricas tenham maior eficiência. As consequências da realização desses exames serem feitos por pessoas não especializadas podem ser as maiores possíveis, erros de diagnósticos, erros de datação e perdas obstétricas, que poderiam passar como normais'', afirma.
 
A Fenam manda a mensagem aos médicos Ginecologistas Obstetras e aos médicos especialistas em ultrassonografia. ''A Federação que os representa tomou a iniciativa e defendeu veementemente o ato Médico. Somos contra que este tipo de procedimento seja realizado por enfermeiros, e até mesmo qualquer outro procedimento que vier a atingir o ato médico''.

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